Cinema



"Lixo Extraordinário" é premiado em Berlim


Autoretrato criado utilizando comida e lixo como matéria-prima

Imagem: Autoria Desconhecida/ Obra: Vik Muniz


O artista plástico brasileiro Vik Muniz é conhecido pela aplicação inovadora de materiais, não-convencionais a arte, em suas obras. Quem não se lembra das duas réplicas da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, feitas uma de geléia e a outra de manteiga de amendoim? E as obras de Monet reinterpretadas com o uso de açúcar mascavo e pigmentos coloridos? Pois é exatamente sobre suas obras que se trata o documentário “Lixo Extraordinário” (“Waste Land”, no original), que acaba de receber, ontem, na Alemanha, o prêmio da audiência Panorama no Festival de Cinema de Berlim.



Mona Lisa,  obra de Leonardo da Vinci, recriada por Vik com geléia (à esquerda) e manteiga de amendoim (à direita)

Imagem: Autoria Desconhecida/ Obra: Vik Muniz


O filme, que também venceu o prêmio do público de melhor documentário internacional no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, e demorou três anos para ficar pronto, relata a trajetória do lixo descartado no aterro sanitário de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, no Rio, até os grandes leilões internacionais, onde transformado em obras de arte, pelas mãos do brasileiro, são arrematados por muitos dólares.


O documentário é uma co-produção da brasileira O2 Filmes com a inglesa Almega Projects, e tem direção da britânica Lucy Walker e dos brasileiros João Jardim e Karen Harley.

Assista ao trailer de “Lixo Extraordinário” no G1.

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