Por dentro do Museu Imperial

Museu Imperial recebe doação de coleção com 91 peças*

Lenço da Viscondessa de Guaí


O Museu Imperial recebeu recentemente uma importante doação para seu acervo. O casal Eduardo e Sônia Soares Sampaio doou 91 peças das chamadas “roupas brancas”, que consistem em roupas de uso íntimo. Todas são datadas do século XIX e primeiras décadas do XX.

A família Soares Sampaio descende de Heloísa Leal e Joaquim Elísio Pereira Marinho, viscondessa e visconde de Guaí. Entre as peças doadas, encontram-se artigos que pertenceram à viscondessa, como uma blusa e um lenço.

Na coleção, existem ainda camisolas, toucas, calçolas, camisinhas de pagão, lençóis, fronhas e toalhas de mesa. Os itens são confeccionados em cambraia de linho, fustão e rendas de diversos materiais.

Segundo Ana Luisa Alonso de Camargo, chefe do setor de Museologia do Museu Imperial, “essa doação vem enriquecer ainda mais a coleção de indumentária do Museu e, em especial, de indumentária infantil”.

As peças serão preservadas na reserva técnica do Museu, sob responsabilidade do setor de Museologia. Mais informações sobre o setor e agendamentos para consulta ao acervo podem ser feitas pelo e-mailmimp.museologia@museus.gov.br.

*Texto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

Por dentro do Museu Imperial

Programação/ Artes Visuais

João Bosco na Anna Maria Niemeyer



A Galeria Anna Maria Niemeyer (filial Baixo Gávea) apresenta, a partir do próximo dia 16, às 19h, a exposição “Meu Jardim” do fotógrafo João Bosco.
De acordo com o release recebido pelo Sete Artes:
“Cada imagem construída por João Bosco é, na verdade, a concretização de uma idéia, de um conceito que se firma através do diálogo entre cada trabalho, elemento de comunicação e diálogo entre os vários trabalhos da série. As imagens do artista atuam nessa fronteira entre o cotidiano e a fantasia, entre o real e o surreal, entre o que é paisagem real e paisagem construída. “Meu Jardim” parte de ações possessivas e cotidianas para fundar um universo coletivo: gerar, cuidar, entender a vida como um processo, o mundo como um inquietante jardim. Metáfora exemplar do processo de criação artística, essa série de João Bosco traz ao público uma importante contribuição para o pensamento e a ação visual contemporânea no Brasil.”

Programação/ Artes Visuais (Nova Iguaçu)

Programação/ Música

Christiano Dortas e Bleffe na Lapa



O Mofo Bar recebe no próximo dia 11, a partir das 21h, o cantor Christiano Dortas e a banda carioca Bleffe - que, na ocasião, comemora 9 anos de carreira.

No repertório, Christiano e sua banda apresentam músicas do seu novo CD, dentre elas, "Não é pecado", "Levando amor" e "Eu vou viver", e hits de Maroon 5, Legião Urbana, O Rappa, Bob Marley, Skank, Paralamas do Sucesso, Raimundos e RPM. Já a banda Bleffe apresenta seus maiores sucessos.

Para confirmar sua presença e entrar na LISTA AMIGA, basta enviar um e-mail com seu nome completo para: christianodortas@gmail.com

O Mofo Bar fica na Lapa: Av. Mem de Sá, 94

Por dentro do Museu Imperial

Programação/ Artes Visuais (São João de Meriti)

Maria Lucia Pacheco na Baixada



A artista plástica Maria Lucia Pacheco expõe, entre 11 de novembro e 9 de dezembro, na Nossa Galeria de Arte a mostra “INVENTÁRIO”, na qual apresenta uma retrospectiva com 40 gravuras (xilo, linóleo e técnicas alternativas) produzidas entre 1965 e 2011. A entrada é franca.
"Quem visitar a exposição vai perceber o gesto do corte, a alquimia dos processos, a revelação das linhas, a maneira indireta de construção que fazem da gravura o meio de expressão por excelência de Maria Lucia Pacheco. O envolvimento com as pranchas de madeira, as chapas de metal, papéis, tintas, prensas, as diversas ferramentas de trabalho, participam do seu mundo. Os temas trazem representações que procuram retratar memórias significativas da sua vida, personagens reais, gostando também de transportar para as matrizes muito do que lê ou vivência na vida cotidiana", destaca o release recebido pelo Sete Artes.
O coquetel de abertura da exposição “INVENTÁRIO”, com a presença da artista, será quinta-feira, dia 10/11/11, entre 19h e 21h.

Informações: (21) 3071-6864.

A Nossa Galeria de Arte fica em São João de Meriti: Av. Automóvel Clube, 2.384 - 3º piso - Rio Ville Shopping - Vilar dos Teles

Por dentro do Museu Imperial

Pesquisadora do Museu Imperial concede palestra no Instituto Moreira Salles*


A historiadora Maria Inez Turazzi, pesquisadora do Museu Imperial, será uma das convidadas do ciclo de palestras “Panoramas: a paisagem brasileira do acervo do Instituto Moreira Salles”, realizado no IMS, no Rio de Janeiro, de 08 a 10 de novembro. Ela apresentará a palestra “Rio de Janeiro: visões panorâmicas da ‘cidade-panorama’”, no dia 08, às 19h.

A palestra abordará o Rio de Janeiro como uma cidade panorâmica, onde natureza monumental e paisagem construída há séculos inspiram relatos textuais e visuais do lugar. O patrimônio imagético sobre o Rio reúne o maior conjunto de panoramas já realizados no país, em diferentes técnicas e suportes. Mas essas imagens, tomadas a partir do século XIX como emblemas visuais do Brasil, também ajudaram a transformar o Rio de Janeiro em representação metonímica da nação.

Turazzi é historiadora, doutora em arquitetura e urbanismo pela FAU/USP e pesquisadora do Museu Imperial/Ibram, no qual é responsável pela coleção Geyer, brasiliana doada à instituição, em 1999. Publicou artigos na Inglaterra, França, Argentina e Espanha e diversos livros no Brasil. É pesquisadora associada do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA).

O evento contará ainda com historiadores, designers, comunicólogos e outros profissionais de instituições renomadas, como Universidade de São Paulo (USP), Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), Biblioteca Nacional, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Interessados podem realizar a inscrição na recepção do Instituto Moreira Salles, na Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea. O valor é R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Para mais informações, acesse www.ims.com.br.

* Texto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

Programação/ Artes Visuais

Programação/ Artes Visuais

Na CAZA




Programação/ Literatura

Por dentro do Museu Imperial

Museu Imperial oferece concerto gratuito de Turíbio dos Santos*


Um dos maiores violonistas brasileiros poderá ser visto gratuitamente em Petrópolis. No dia 05 de novembro, Dia Nacional da Cultura, a Sociedade de Amigos do Museu Imperial (SAMI) oferecerá ao público um concerto de Turíbio dos Santos. O evento também marca a comemoração dos 20 anos de criação da SAMI.

Os ingressos são gratuitos e limitados, podendo ser retirados na bilheteria do Museu de 26 de outubro até o dia do evento. O concerto ocorrerá às 19h, no Cine Teatro Museu Imperial.

Considerado pela crítica e pelos especialistas como um dos maiores violonistas clássicos da atualidade, Turíbio dos Santos já percorreu o mundo diversas vezes, com críticas brilhantes nos principais centros musicais. Com 65 discos gravados, já dividiu o palco com grandes celebridades musicais e foi acompanhado por orquestras como a Royal Philharmonic Orchestra, English Chamber Orchestra, Orchestre National de France, Orchestre National de L'Opéra de Monte-Carlo, Concerts Pasdeloup, Concerts Colonne e Orquestra Sinfônica Brasileira, entre outras.

Foi ainda criador das Escolas de Música da UFRJ e da Unirio e da Orquestra Brasileira de Violões, diretor daSala Cecília Meireles e do Museu Villa-Lobos, ambos no Rio de Janeiro, e membro-fundador do Conseil D'Entraide Musicale, da UNESCO. Em 1999 regravou a obra completa de Heitor Villa-Lobos para violão ao lado de compositores como Edino Krieger, Sérgio Barboza, Nicanor Teixeira, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth, para uma série de 5 CDs em comemoração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil.

Sociedade de Amigos do Museu Imperial

Em 2011, a Sociedade de Amigos do Museu Imperial (SAMI) completa os 20 anos de sua fundação. Atualmente, a entidade conta com cerca de 180 associados, cujas contribuições são aplicadas emprojetos, atividades, aquisição de material e contratação de serviços no Museu.

Segundo o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior, a SAMI tem desempenhado um papel fundamental no apoio às atividades propostas pelo Museu Imperial. “Com a SAMI, o Museu ampliou o leque de serviços oferecidos à sociedade, aproximando, ainda mais, o acervo histórico e artístico preservado na residência do imperador d. Pedro II com o público brasileiro e estrangeiro”. 

Além de contribuir para que o Museu Imperial continue prestando serviços de qualidade ao seu público e sendo motivo de orgulho para o país, os associados contam com vantagens, como entrada gratuita em eventos e exposições, reserva de ingressos e lugares para os programas especiais, recebimento do calendário mensal das atividades e desconto na loja do Museu, além de eventos exclusivos.

Para se tornar um associado, basta preencher o formulário na páginahttp://www.museuimperial.gov.br/portal/sami. A contribuição é de R$ 180,00 por ano.

Há ainda a possibilidade de se associar em outras duas categorias: benemérito e mantenedor. No primeiro caso, o valor da contribuição anual é de, no mínimo, R$ 5.000, e, além das vantagens dos associados, o membro terá direito a catálogos gratuitos das exposições e coleções e reserva de lugares especiais nos eventos, com direito a convidados.

Já a categoria de mantenedor é voltada paraempresas e organizações que desejem contribuir para a manutenção anual das atividades do Museu. Nesse caso, os membros terão benefícios como inclusão da logomarca em todos os folhetos e publicações da SAMI e possibilidade de aluguel de espaços para eventos e recepções a preços reduzidos.

*Texto da assessoria de imprensa do Museu Imperial

Programação/ Música

Domenico Lancellotti e Pedro Sá  na Artur Fidalgo


A vernissage da exposição de Gabriel Centurion na Artur Fidalgo vai ser especial. A galeria e o artista plástico Franklin Cassaro, juntamente com Lola Móveis e Objetos, apresentam a participação do músico Domenico Lancellotti e do guitarrista Pedro Sá no próximo dia 27, às 20h.


""Vamos estar fazendo" com Domenico Lancellotti (+2, Orquestra Imperial) e Pedro Sá (produtor e guitarrista de Caetano Veloso). Estes improvisadores passeiam por vários estilos só com bateria, guitarra e (talvez) voz. Numa atmosfera relaxada, experimental e lúdica, os músicos, que se conhecem desde tenra idade, constroem diferentes texturas e sonoridades que às vezes se assemelham a canções ou são simplesmente motivos que vão se repetindo ciclicamente e em constante transformação. No formato de jam, ensaio aberto, cabeça livre ou simplesmente levação de som, o processo artístico, o desenvolvimento do som é ainda mais importante que o resultado final. O espectador se descobre agente ativo deste momento único onde o combinado é não combinar nada. O show é recomendado para todos, (as crianças costumam adorar), sobretudo para os que lidam com a criatividade, seja no trabalho ou no casamento. No final as coisas podem até vir a dar certo, o importante é estar fazendo", explica o release recebido pelo Sete Artes.

A Galeria Artur Fidalgo fica em Copacabana: Rua Siqueira Campos, 143,2° Piso, ljs 147 / 150.

Programação/ Artes Visuais

Gabriel Centurion na Artur Fidalgo





A galeria Artur Fidalgo recebe na próxima quinta-feira (27), às 19h, a exposição Grafite na Caverna de Bits, do artista plástico Gabriel Centurion. A exposição fica em cartaz até o dia 26 de novembro, de 2ª a 6ª, de 10h às 19h e sábado e domingo, de 10h às 14h.
Confira uma análise da obra de Gabriel por Fernando Gerheim.
"Semionauta navegando num mar de dados sem início nem fim, Gabriel Centurion coleta signos e processos de formação de imagens relacionados às técnicas do  grafite. O artista dá uma inflexão oriental à estética da street art, não só quando utiliza temas como Transformers, mas também na sua concepção do espaço. Seus trabalhos têm uma estética entre as gravuras japonesas e a colagem videográfica – um folheado visual de múltiplas camadas e diversos registros, criando uma espessura da imagem –, quando não são eles próprios vídeos. Curiosamente, a matriz de sua técnica serigráfica é, em geral, uma imagem virtual, accessada na internet, e grafitada na madeira ou na parede, com a ajuda de um projetor, numa espécie de inversão da câmera obscura renascentista ou de estêncil imaterial. Da rede para a parede ou o quadro, a imagem é decalcada com caneta de feltro e spay, numa paleta de tons cítricos e acrílicos misturados pelo próprio artista. A matriz utilizada, ironicamente, é já uma imagem reproduzida, de que ele se apropria. Mas para este grafiteiro da caverna kitsch de bits que é o mundo contemporâneo de imagens 3D e Realidade Virtual, o realismo fotográfico é desfeito numa aparência evanescente, fantasmática, sobre um fundo que escorre. Ele desfaz o simulacro hiper-realista – em que a imagem substitui a realidade dentro da própria realidade –, numa hiper-desrealização que a fragmenta e mutila. Sintoma do mundo da sobrecultura e cada vez mais digitalizado, que tudo pode conter, mas de onde também tudo pode desaparecer, seu trabalho concebe o espaço como veículo, volátil e líquido, do que só dura o tempo atual. Da inscrição veloz, que diminui o risco em locais proibidos, e sobre diferente superfícies, periga surgir, ao invés da imagem que o mundo contemporâneo faz de si mesmo, a que ele de fato projeta. Ursinhos Pooh, coelhinhos e personagens anímicos infantis irrompem, perversos, num ato falho dos olhos, encapuzados, em meio a amarrações sadomasô japonesas, numa revelação anamórfica do fetiche, energia renovável que corre por baixo da cultura mundializada do capitalismo global."

A Galeria Artur Fidalgo fica em Copacabana: Rua Siqueira Campos, n° 143,  2° piso, ljs 147 / 150

Por dentro do Museu Imperial

Museu Imperial tem programação especial nos feriados de novembro*


 O Museu Imperial oferecerá uma programação especial ao público nos feriados de 02 e 15 de novembro, Dia de Finados e Proclamação da República, respectivamente. Serão oferecidas apresentações do espetáculoSom e Luz e promoções para petropolitanos.

No dia 02, quarta-feira, às 20h, haverá uma apresentação extra doSom e Luz. O ingresso custa R$ 20, mas, na data, haverá convites promocionais a R$ 5 para petropolitanos e moradores da cidade. Para obter o benefício, é preciso apresentar documentação que comprove nascimento ou moradia em Petrópolis.

O espetáculo – oferecido regularmente às quintas, sextas e sábados, com ingressos a R$ 20,00 –oferece ao público a oportunidade de reviver alguns dos principais momentos do Segundo Reinado através de efeitos de iluminação e sonorização.Para mais informações, entre em contato com o Museu Imperial através do e-mail mimp.someluz@museus.gov.br.

Ainda no feriado de Finados, os petropolitanos também terão outra vantagem: poderão visitar gratuitamente o palácio. O benefício é parte do projeto “O Museu é nosso”, que concede a gratuidade a esse público todas as quartas-feiras e último domingo do mês.

No feriadão do dia 15 de novembro, também haverá edições especiais doSom e Luz. As apresentações ocorrerão nos dias 13 (domingo) e 14 (segunda), às 20h. Assim como no dia 02, petropolitanos terão ingressos promocionais a R$ 5.

Como o feriado da Proclamação da República será em uma terça-feira, o Museu Imperial abrirá para visitação, excepcionalmente, na segunda feira, dia 14, de forma a atender aos turistas que estarão na cidade. O funcionamento será no horário normal, das 11h às 18h. Na data, petropolitanos e moradores da cidade também terão entrada gratuita.

É importante ressaltar que, devido à abertura na segunda, o Museu Imperial estará fechado na quarta-feira, dia 16. O fechamento ocorrerá porque a equipe do Museu necessita de um dia na semana para realizar atividades de manutenção e limpeza do palácio e anexos.

Em ambos os feriados, a Casa de Cláudio de Souza, pertencente ao Museu Imperial, também estará aberta à visitação, das 11h às 18h, com entrada gratuita. O espaçopossui uma exposição permanente que recria, através de móveis e objetos originais, a vida do escritor em sua residência de verão em Petrópolis. No local, é possível consultar também a biblioteca deCláudio de Souza, composta de 660 obras.

Para mais informações sobre a programação do Museu Imperial, entre em contato pelos telefones (24) 2245-4668 ou (24) 2245-8962, pelo e-mail mimp.promocao@museus.gov.br ou acesse www.museuimperial.gov.br.

Já para consultar sobre a Casa de Cláudio de Souza, os contatos são (24) 2245-3418 e mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br.

SERVIÇOS

Som e Luz especial
Datas: 02 e 15 de novembro de 2011 – 20h
Local: Museu Imperial
Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) e R$ 5 (petropolitanos e moradores da cidade)
Menores de 7 anos e maiores de 80: gratuito
Informações: (24) 2245-8962 / (24) 2245-4668 / mimp.someluz@museus.gov.br

Casa de Cláudio de Souza
Visitação: de terça a sexta-feira, das 11h às 18h
Endereço: Praça da Liberdade, 247, Centro, Petrópolis – RJ
Informações: (24) 2245-3418 / mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br
Entrada franca

Museu Imperial
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ
Telefones: (24) 2245-5550 / (24) 2245-5560

Visitação: de terça a domingo, das 11h às 18h
Jardins: de terça a domingo, das 8h às 18h

Preços:
Adultos: R$ 8,00
Estudantes, professores e maiores de 60 anos: R$ 4,00
Menores de 7 anos e maiores de 80: gratuito
Moradores de Petrópolis e petropolitanos, às quartas-feiras e no último domingo do mês: gratuito

*Texto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

Programação

Por dentro do Museu Imperial

Profissionais de todo o país debatem acervos patrimoniais em seminário no Museu Imperial*



Digitalizar para preservar e difundir. Esse foi o grande ponto em comum entre as palestras e apresentações de trabalhos ao longo dos três dias doSeminário Nacional de Digitalização, Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais. O evento, organizado pelo Museu Imperial entre 19 e 21 de outubro, contou com pesquisadores e especialistas de diversas instituições públicas e privadas de todo o país.

A ideia do Seminário surgiu a partir da própria experiência do Museu Imperial, que, desde 2009, desenvolve o Projeto de DAMI – Digitalização do Acervo do Museu Imperial. Através do projeto, já foram disponibilizadas oito coleções no portal do Museu, e o objetivo é concluir a digitalização dos cerca de 360 mil itens museológicos, bibliográficos e arquivísticos do acervo do Museu.

No evento, foram reunidos profissionais de instituições que possuem projetos semelhantes e realizam, cada uma com suas especificidades e métodos, processos de digitalização de seus acervos. Conforme explicou o coordenador geral do Projeto DAMI, Sérgio Abrahão, “a proposta do Seminário é possibilitar a troca de experiências”.

Segundo os participantes, a digitalização de documentos, fotografias, objetos e outros itens contribui não somente para a democratização do acervo, uma vez que permite o acesso de qualquer lugar do mundo, mas também para a sua preservação, por evitar o manuseio dos originais, muitas vezes frágeis ou em estado de conservação não ideal. Assim, a digitalização permite atender às principais atribuições dos museus: pesquisar, preservar e difundir o acervo.

Os palestrantes do Seminário também destacaram a necessidade de um planejamento antes da digitalização. “Não é só pegar um documento e digitalizá-lo. Há uma série de procedimentos a serem realizados. É preciso pensar em questões como: por que digitalizar? Quando digitalizar? Há um plano de preservação dos materiais originais? Há um plano de preservação dos arquivos digitais gerados? Há um plano educativo, de marketing e de difusão?”, observou o coordenador de Preservação da Cinemateca Brasileira (SP), professor Millard Schisler.

No caso de instituições com acervo variado – como é o caso do Museu Imperial, com itens museológicos, arquivísticos e bibliográficos –, esse planejamento deve passar ainda por ações de integração. “Nós sempre tivemos a preocupação de fazer com que esses acervos dialogassem, pensando em campos que pudessem ser comuns às três áreas. Para isso, foram necessárias reuniões com a equipe e que cada setor cedesse em algumas partes, de forma a criar um sistema integrado”, declarou a profª. drª. Monique Gonçalves, organizadora do Seminário e ex-coordenadora técnica do Projeto DAMI.

Outro ponto importante, segundo os profissionais, é conservar o acervo. “O objetivo da digitalização não é substituir o item original, até porque um documento ou um livro irá durar mais do que seu representante digital”, lembrou o técnico em imagens do Projeto DAMI, George Milek. Já o coordenador de Preservação do Acervo do Arquivo Nacional, Mauro Domingues, ressaltou que “não é possível digitalizar um arquivo sem que ele esteja organizado e conservado”.

Além disso, como chamou a atenção o engenheiro químico do Arquivo Nacional, professor Antonio Gonçalves da Silva, um documento em estado de conservação ruim não gerará uma imagem digital legível. “Muitos acervos brasileiros ficaram anos sem preservação adequada e hoje estão deteriorados, sem condições de gerar imagens de qualidade”, afirmou.

Além da preservação, os palestrantes destacaram a importância do tratamento técnico dos itens a serem digitalizados. Segundo eles, não basta disponibilizar uma imagem avulsa, sem seus dados técnicos (os chamados metadados), imprescindíveis para os pesquisadores. É o caso do projeto da Cinemateca Brasileira, que digitalizou a Coleção Fernando Duarte e disponibilizou todas as fotografias na internet com seus metadados. “Quando o usuário baixa uma imagem do nosso site, todas as informações sobre ela acompanham o arquivo”, explicou a técnica Karina Seino.

Procedimento parecido é adotado no Museu Imperial. O atual coordenador do Projeto DAMI, Plácido Rios Moreira Júnior, informou que o processo de digitalização começa com o estudo sobre a peça no setor de guarda e passa pela elaboração dos metadados a serem disponibilizados junto com a imagem digital.

Outra questão levantada foram as políticas públicas para digitalização de acervos. Para o diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Brasiliana USP, prof. dr. Pedro Puntoni, é preciso uma mudança de mentalidade da própria sociedade. “Se não há mais investimento na preservação dos acervos, é porque a sociedade não cobra dos gestores, como cobra outras questões. Não adianta ficarmos dizendo apenas que os gestores públicos não se interessam; é preciso que a própria sociedade valorize mais o nosso patrimônio cultural”.

Sobre esse assunto, a coordenadora geral de Sistemas de Informação Museal do Ibram/MinC, Rose Moreira de Miranda, destacou que o Instituto Brasileiro de Museus vem investindo na digitalização dos acervos dos museus, incluindo seus arquivos e bibliotecas, de forma que haja sistemas integrados de pesquisa para usuários do Brasil e de outros países. “A própria Política Nacional de Museus tem em seu texto o eixo 4, que é Informatização de Museu. E, nesse eixo, estão questões como apoio a projetos que visam a disponibilizar informações sobre acervos, pesquisas e programações dos museus em mídias eletrônicas e estímulo a projetos de informatização”, lembrou.

Ao final do terceiro dia do evento, após as palestras e debates, os participantes tiveram a oportunidade de realizar uma visita guiada pelo Museu Imperial e de assistir aos espetáculosUm Sarau Imperial e Som e Luz. Todo o material do Seminário, incluindo as palestras e apresentações dos participantes e a filmagem do evento, estará disponível em breve no portal do Museu Imperial, na página do Projeto DAMI.

*Texto  e foto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

Programação/ Artes Visuais

Crônica/ Música

Por dentro do Museu Imperial

Museu Imperial recebe representantes de institutos históricos*

Plácido Rios, Sérgio Abrahão, Maurício Ferreira e Arno Wehling

No último sábado, dia 22 de outubro, o Museu Imperial recebeu representantes de institutos históricos de todo o país, incluindo o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Eles assistiram a uma palestra sobre o Projeto DAMI – Digitalização do Acervo do Museu Imperial e visitaram o palácio.

Os acadêmicos estavam no estado para participar do V Colóquio dos Institutos Históricos Brasileiros, no IHGB (Rio de Janeiro), que ocorreu nos dias 19, 20 e 21. O evento no Museu Imperial foi considerado um “pós-encontro”, pois permitiu que continuassem os debates e reflexões.

O diretor do Museu, Maurício Vicente Ferreira Jr., deu as boas-vindas aos representantes dos institutos e apresentou o Museu Imperial e seu acervo. Ele ressaltou ainda a profunda ligação entre o Museu e o IHGB. “D. Pedro II, que viveu parte de sua vida neste palácio, foi também fundador e patrono do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, ponto de partida para os institutos regionais”.

O professor Arno Wehling, diretor do IHGB, lembrou que essa relação histórica se dá até os dias de hoje. “O Museu Imperial tem sido um grande parceiro e amigo do IHGB”, afirmou, referindo-se, entre outras parcerias, à realização de reuniões anuais da Comissão de Estudos e Pesquisas Históricas (CEPHAS), do IHGB, no Museu Imperial, sempre próximas ao dia 2 de dezembro, em comemoração ao aniversário de d. Pedro II.

Em seguida, o coordenador administrativo do Museu Imperial e coordenador geral do DAMI, Sérgio Abrahão, apresentou o projeto. “A difusão e a valorização do acervo cultural são considerados indispensáveis para o cumprimento do papel social pertinente aos museus. Por isso, o Projeto DAMI tem o objetivo de digitalizar os cerca de 300 mil itens do acervo do Museu Imperial, visando à preservação, difusão e gestão desse acervo”.

Segundo Abrahão, no processo de digitalização, a preservação ocorre porque evita o manuseio do original; a difusão, porque permite a qualquer pessoa ter acesso a esse acervo; e a gestão, porque é feito um trabalho técnico com cada item de catalogação e elaboração de metadados a partir de um vocabulário controlado.

O coordenador técnico do Projeto DAMI, Plácido Rios Moreira Júnior, também falou ao público, apresentando o trabalho desenvolvido. “Um dos aspectos importantes do projeto, e também um desafio, foi a integração das bases de dados dos três setores: Museologia, Arquivo Histórico e Biblioteca. Cada tipo de acervo tem suas especificidades e nomenclaturas próprias, então, tivemos que encontrar campos em comum para facilitar ao usuário na hora de realizar uma busca”.

Ele ressaltou que o trabalho do DAMI não consiste apenas em digitalizar uma peça, livro ou documento. “Nós fornecemos todas as informações sobre aquele item, para dar subsídios à pesquisa do usuário”, disse. Plácido Rios apresentou ainda as oito coleções já digitalizadas e disponíveis no portal do Museu Imperial – contendo livros, documentos escritos, fotografias, joias, móveis, instrumentos musicais, peças de vestuário, entre outras – e falou sobre os projetos futuros.

Após as apresentações e um debate sobre a importância da digitalização e difusão dos acervos patrimoniais, os acadêmicos foram conduzidos pelo diretor do Museu Imperial em uma visita guiada pelo palácio.

SERVIÇOS

Museu Imperial
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ
Telefones: (24) 2245-5550 / (24) 2245-5560

Visitação: de terça a domingo, das 11h às 18h
Jardins: de terça a domingo, das 8h às 18h

Texto e foto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

Programação / Música


Programação


Por dentro do Museu Imperial


Aniversário do escritor Cláudio de Souza é comemorado com encenação de suas peças*



Na última quinta, dia 20 de outubro, comemoraram-se os 135 anos de nascimento do escritor e dramaturgo Cláudio de Souza. Na data, o Teatro Experimental Petropolitano (TEP), em parceria com a Academia Petropolitana de Letras, realizou uma leitura dramatizada de peças do autor, na Casa de Cláudio de Souza, pertencente ao Museu Imperial.

Foram encenados atos das obras Eu Arranjo Tudo (1915), A Matilha (1924) e Flores de Sombra (1916), com participação dos atores do TEP Janine Meirelles, Fernanda Mury, Silvio Rafael, Joaquim Eloy, Patrícia Ávila e Sylvio Adalberto. Além disso, para ilustrar a época em que viveu Cláudio de Souza, foram apresentadas as cortinas poéticas: Bon Soir Mademoiselle la Lune!, ambientada na época da “Belle Époque”, e  Os Amores de Colombina, recordando  o teatro clássico italiano, ambos de J. Eloy Santos.

Fundado em 1956, o Teatro Experimental Petropolitano é um dos ícones do teatro da cidade. Desde sua fundação, encenou obras de diversos autores brasileiros, estrangeiros e petropolitanos.


Cláudio de Souza

Natural de São Roque (SP), Cláudio Justiniano de Souza (1876-1954) era filho de Cláudio Justiniano de Souza e Antônia Barbosa de Souza. Sua inclinação para a escrita começou bem cedo, colaborando para os jornais cariocasO Correio da Tarde e A Cidade do Rio a partir dos 16 anos de idade.

Em 1897, formou-se em medicina no Rio de Janeiro e retornou para São Paulo, clinicando na capital e lecionando na Faculdade de Farmácia, hoje pertencente à Universidade de São Paulo.

Em 1898, publicou seu primeiro trabalho, Os nevropatas e os degenerados, ao mesmo tempo em que continuou contribuindo para jornais por meio de pseudônimos. Sua estreia no teatro ocorreu em 1915, com a comédia Eu arranjo tudo. Pouco depois, apresentou Flores de sombra, que se tornou uma obra de grande influência no teatro brasileiro.

Membro-fundador da Academia Paulista de Letras, em 1909, abandonou definitivamente a medicina em 1913, passando a dedicar-se às viagens pelo mundo e à literatura. Casado com a Sra. Luísa leite de Souza, filha do barão do Socorro, fixou residência no Rio de Janeiro.

Escreveu inúmeras peças teatrais, artigos e textos científicos. Eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 1924, ocupou a cadeira de número 29 (cujo patrono é Martins Pena). Presidiu a ABL por duas vezes, em 1938 e 1946, tendo então dirigido as comemorações do cinquentenário daquela instituição.


A Casa de Cláudio de Souza

Em 1956, a viúva de Cláudio de Souza, dona Luísa, doou sua casa em Petrópolis, junto com seu acervo, ao Museu Imperial. Hoje, o espaço funciona como um museu e centro cultural dedicado a seu antigo proprietário, com móveis e objetos originais da casa, além da biblioteca do escritor, com 660 obras.

A Casa de Cláudio de Souza pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 11h às 18h, com entrada gratuita. Atualmente, além da exposição permanente, o público pode conhecer também a exposição temporária “O olhar feminino na literatura de Cláudio de Souza”, que aborda como o universo feminino era retratado pelo escritor não somente em seus livros e peças, mas também nos artigos que escrevia para a Revista Feminina sob o pseudônimo de Anna Rita Malheiros.


*Texto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

Por dentro do Museu Imperial

Museu entre os candidatos a 7 Maravilhas da Estrada Real

Imagem: Chandra Santos | outras imagens de Petrópolis aqui

Está aberta a votação das “7 Maravilhas da Estrada Real”, promovida pelo Instituto Estrada Real. E o Museu Imperial é a única atração de Petrópolis a concorrer.
"A Estrada Real era o caminho que ligava o Rio de Janeiro às Minas Gerais, aberto há mais de 300 anos pela Coroa Portuguesa. Hoje, após sua revitalização, tornou-se um destino turístico reconhecido no Brasil e no exterior. A estrada passa por 199 municípios – 169 em Minas Gerais, 22 em São Paulo e nove no Rio de Janeiro – e tem 1,6 mil quilômetros de extensão", explica o release enviado pelo Museu Imperial

Para votar clique aqui.

O resultado sairá no dia 9 de janeiro de 2012.



Programação/ Exposição

Programação/ Fotografia

Por dentro do Museu Imperial


Pantufas do Museu Imperial são destaque no New York Times*


As famosas pantufas do Museu Imperial, em Petrópolis, já ultrapassaram as fronteiras nacionais e foram parar nas páginas de um dos principais jornais do mundo. No último domingo, dia 16 de outubro, elas foram destaque na The New York Times Magazine, na coluna “9 of a Kind”, ao lado de calçados semelhantes de outros oito museus e centros culturais de diferentes países.

A coluna ressalta que as pantufas são uma forma de conservar os pisos históricos dessas instituições, como é o caso do Museu Imperial. “Elas preservam os pisos de mármore em um dos museus mais visitados do Brasil”, afirma.

Para Maurício Vicente Ferreira Júnior, diretor do Museu Imperial, "as pantufas são parte integrante da memória da visita ao Museu e registram momentos de entretenimento durante o processo de conhecimento do acervo exposto na casa do imperador d. Pedro II".

Além do Museu Imperial, são lembradas as pantufas de Maison de Verre (França), Pollock-Krasner House (EUA), Villa Cornaro (Itália), Sonneveld House (Holanda), Centre Pompidou (França), Abbey Library of St. Gall (Suíça), Rietveld Schröder House (Holanda) e Catherine Palace (Rússia).

 
Museu Imperial
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ

*Texto da Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

Programação/ Exposição


Programação/ Festival (Piraí/ RJ)

Saiba tudo sobre o Festival


A Prefeitura Municipal de Piraí, cidade localizada no sul do estado do Rio divulgou um encarte digital com todas as informações sobre a edição 2011 do Piraí Fest - que acontece desde ontem (13) na cidade. 

Para ler, clique aqui.

A cidade de Piraí, está localizada no sentido São Paulo da Rodovia Presidente Dutra - logo após o município de Seropédica e imediatamente antes do município de Volta Redonda. Com 173 anos de existência, Pirai está entre as 7 cidades mais inteligentes do mundo, como afirma o jornal Diário do Vale:
"Tem a melhor saúde do Estado, atestada pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio). Na educação, foi o primeiro município a dar notebook a todos os alunos. A política de inclusão digital recebeu chancela da Unesco e fez de Piraí a única cidade na América do Sul a receber o prêmio Top Seven Intelligent Communities (As 7 cidades mais inteligentes do mundo), em 2005. Segundo ele, a política de meio ambiente foi considerada Destaque Nacional em Planejamento Urbanístico, Paisagístico e Proteção Ambiental."



Saiba mais sobre a cidade, aqui.


Exibir mapa ampliado

Programação/ Teatro


Programação/ Literatura


Por dentro do Museu Imperial


Casa de Cláudio de Souza comemora os 135 anos de nascimento do escritor*

No próximo dia 20 de outubro, comemoram-se os 135 anos de nascimento do escritor e dramaturgo Cláudio de Souza. Para celebrar a data, a Casa de Cláudio de Souza – pertencente ao Museu Imperial –, a Academia Petropolitana de Letras e Ciências e o Teatro Experimental Petropolitano (TEP) realizarão uma leitura dramatizada de textos do escritor.


Na ocasião, serão lidos trechos das obras de Cláudio de Souza Eu Arranjo Tudo (1915), A Matilha (1924) e Flores de Sombra (1916), com participação dos atores do TEP Janine Meirelles, Fernanda Mury, Silvio Rafael, Joaquim Eloy, Patrícia Ávila e Sylvio Adalberto. Serão interpretadas ainda duas cortinas poéticas: Bon Soir Mademoiselle la Lune!, ambientada na época da “Belle Époque”, e  Os Amores de Colombina, recordando  o teatro clássico italiano, ambos de J. Eloy Santos.

Fundado em 1956, o Teatro Experimental Petropolitano é um dos ícones do teatro da cidade. Desde sua fundação, encenou obras de diversos autores brasileiros, estrangeiros e petropolitanos.

A leitura dramatizada acontecerá no dia 20 de outubro, às 19h, na Casa de Cláudio de Souza (Praça da Liberdade, nº 247, Centro, Petrópolis). A entrada é gratuita. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mailmimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br ou pelo telefone (24) 2245-3418.

Cláudio de Souza

Natural de São Roque (SP), Cláudio Justiniano de Souza (1876-1954) era filho de Cláudio Justiniano de Souza e Antônia Barbosa de Souza. Sua inclinação para a escrita começou bem cedo, colaborando para os jornais cariocasO Correio da Tarde e A Cidade do Rio a partir dos 16 anos de idade.

Em 1897, formou-se em medicina no Rio de Janeiro e retornou para São Paulo, clinicando na capital e lecionando na Faculdade de Farmácia, hoje pertencente à Universidade de São Paulo.

Em 1898, publicou seu primeiro trabalho, Os nevropatas e os degenerados, ao mesmo tempo em que continuou contribuindo para jornais por meio de pseudônimos. Sua estreia no teatro ocorreu em 1915, com a comédia Eu arranjo tudo. Pouco depois, apresentou Flores de sombra, que se tornou uma obra de grande influência no teatro brasileiro.

Membro-fundador da Academia Paulista de Letras, em 1909, abandonou definitivamente a medicina em 1913, passando a dedicar-se às viagens pelo mundo e à literatura. Casado com a Sra. Luísa leite de Souza, filha do barão do Socorro, fixou residência no Rio de Janeiro.

Escreveu inúmeras peças teatrais, artigos e textos científicos. Eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 1924, ocupou a cadeira de número 29 (cujo patrono é Martins Pena). Presidiu a ABL por duas vezes, em 1938 e 1946, tendo então dirigido as comemorações do cinquentenário daquela instituição.

A Casa de Cláudio de Souza

Em 1956, a viúva de Cláudio de Souza, dona Luísa, doou sua casa em Petrópolis, junto com seu acervo, ao Museu Imperial. Hoje, o espaço funciona como um museu e centro cultural dedicado a seu antigo proprietário, com móveis e objetos originais da casa, além da biblioteca do escritor, com 660 obras.

A Casa de Cláudio de Souza pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 11h às 18h, com entrada gratuita. Atualmente, além da exposição permanente, o público pode conhecer também a exposição temporária “O olhar feminino na literatura de Cláudio de Souza”, que aborda como o universo feminino era retratado pelo escritor não somente em seus livros e peças, mas também nos artigos que escrevia para a Revista Feminina sob o pseudônimo de Anna Rita Malheiros.



SERVIÇOS

Celebração do aniversário de Cláudio de Souza
Leitura dramatizada de obras do escritor com o Teatro Experimental Petropolitano
Data: 20 de outubro de 2011 – 19h
Local: Casa de Cláudio de Souza
Entrada franca
Informações: mimp.casaclaudiodesouza@museuimperial.gov.br / (24) 2245-3418

Casa de Cláudio de Souza – Museu Imperial
Endereço: Praça da Liberdade, nº 247, Petrópolis – RJ
Telefone: (24) 2245-3418
Visitação: de terça a sexta-feira, das 11h às 18h
Entrada gratuita

Biblioteca de Cláudio de Souza:
Funcionamento: de terça a sexta-feira, das 13h30 às 17h30 (livre) e na parte da manhã (mediante agendamento por e-mail)

*Texto Assessoria de imprensa do Museu Imperial

Perfil/ Gian Shimada

Gian Shimada: paixão pela arte

por chandra santos

Gian Shimada arrumando a exposição 'Pegueeleve", que reúne também obras de Eduardo Denne e está em exibição na Caza Arte Contemporânea, na Lapa 

O artista plástico Gian Shimada começou a nutrir uma simpatia pelo mundo artístico ainda na infância: “Desde pequeno gostei de lidar com criação plástica, firmando minha escolha quase a partir do final do ensino médio”, relembra Gian, que formou-se, em 1986, em Gravura em Metal, Xilogravura e litografia pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA-UFRJ). Lá teve aulas com Lygia Pape, Ísis Braga, Edson Motta e Celeida Tostes. No ciclo profissional do curso de Gravura esteve próximo de Adir Botelho, Kazuo Iha e Marcos varela.

“A principal coisa que aprendi é que o artista não é somente um ser provido de um dom, mas que − como qualquer trabalho/criação a que nos dedicamos, dependendo do caso − só mediante muito sacrifício, dedicação,p aciência e constância é que este talento/aptidão pode resultar em conseqüência”, destaca o artista, que guarda boas memórias da época.

ARTES VISUAIS II. Gian Shimada. 2010
Xilogravura sobre cartaz. 70x50 cm.

Absorvendo conhecimentos dos mestres, Gian encontrou seu caminho nas artes visuais. Suas obras mais importantes são as gravuras “Pêssego Preto” e “Beijo na tela”; o tríptico: “Da libertação de Greta”; e as instalações “Mapa das Artes”. “A partir destas realizações − tendo uma premiada no exterior − realmente iniciei um processo mais criativo e prazeroso de produção e veiculação de meu percurso artístico”, conta Gian.

Beijo na Tela. Gian Shimada. 2009
Impressão em Relevo, Fotogravura, Colagem. 30x40 cm.
BANHO NOTURNO/MAPA DAS ARTES. Gian Shimada. 2010
Xilogravura sobre impressão em Off-Set. 100x60 cm.


De acordo com o texto-crítico da Doutora em Artes Visuais (EBA-UFRJ) e Professora Adjunta do IART-UERJ e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Maria Luiza (Malu) Fatorelli, as obras do artista seguem uma linha: "Gian utiliza para suas impressões xilográficas, em grandes formatos, um duplo suporte. Não mais as imaculadas folhas de papel de algodão, específicas para impressões gráficas, mas folhas do Mapa das Artes do Rio de Janeiro e os muros   da cidade. Nesse trabalho, o suporte recusa um lugar de invisibilidade para assumir outros planos conceituais evocados pelo mapa e pela cidade. Bidimensionalmente, o mapa colorido que marca o lugar das galerias e instituições artísticas impõe à massa negra da imagem xilográfica um diálogo cromático, que também ironiza o desejo de pertencimento a um circuito ao permanecer colado do lado de “fora” nos muros urbanos."

PAPO-BOLA/MAPA DAS ARTES.  Gian Shimada. 2010
Xilogravura sobre impressão em Off-Set.100x60 cm.

Perguntado sobre a questão da arte contemporânea noBrasil e no exterior, ele responde de forma positiva: “está cada vez maisvisível e acessível, apresentando diversas e diferentes manifestações. Gostodisso!”, frisou o artista que está em cartaz até dia 21 na Caza Arte Contemporânea.

Para saber mais sobre Gian Shimada, clique aqui.


Por dentro do Museu Imperial

Museu Imperial se ilumina de rosa para campanha contra o câncer de mama*


O Museu Imperial está prestes a integrar um hall que inclui monumentos como o Cristo Redentor (Brasil), o Coliseu (Itália), o Arco do Triunfo (França) e a Casa Branca (EUA). Assim como já ocorreu com todos eles, o Museu será iluminado de rosa, entre os dias 13 e 29 de outubro, para conscientizar a população sobre o câncer de mama, no projetointernacional Outubro Rosa.

O Outubro Rosa tem seu nome originado do laço cor de rosa que simboliza a luta contra o câncer de mama, através da prevenção e do diagnóstico precoce, e estimula a participação da população, empresas e entidades. Iniciado nos Estados Unidos, o movimento ganhou o mundo e já iluminou de rosa dezenas de edificações e monumentos em diversos países.

Além da iluminação, o Museu também abrigará outra atividade do projeto. No dia 29 de outubro, sábado, às 19h30, será apresentada no Cine Teatro Museu Imperial a peça “Guerreira, seu nome é mulher”, de Zuzu Sarandon, com ela e Marise Fernandes no elenco.

O espetáculo aborda duas mulheres e os desafios da vida, incluindo infância, adolescência, descobertas, relacionamentos, preconceito, casamento, gravidez, trabalho, sonhos e o câncer. O evento será gratuito, com retirada de convites antecipados na bilheteria do Museu.

O Outubro Rosa é realizado em Petrópolis pela Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos (APPO) em parceria com o Museu Imperial e outras entidades da cidade.

SERVIÇOS

Outubro Rosa no Museu Imperial
Iluminação especial cor de rosa: a partir de 13 de outubro de 2011

Peça “Guerreira, seu nome é mulher”
Data: 29 de outubro de 2011, sábado, às 19h30
Local: Cine Teatro Museu Imperial – entrada pelo Bosque do Imperador
Entrada gratuita, mediante retirada de convite na bilheteria do Museu Imperial

Museu Imperial
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ
Telefones: (24) 2245-5550 / (24) 2245-5560
Site:www.museuimperial.gov.br

Texto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial

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