Por dentro do Museu Imperial


Mostra de Leituras na Casa de Cláudio de Souza tem presença de setenta alunos da rede municipal*

A primeira apresentação da 5ª. Mostra de Leituras do projeto “Paiol de Histórias”, da Fundação Cultural Casa Lygia Bojunga, realizada na tarde desta terça-feira (6), na Casa de Cláudio de Souza, do Museu Imperial, contou com a presença de setenta alunos da rede pública municipal, acompanhados pelas professoras.

O trabalho das crianças do “Paiol de Histórias”, com idade entre 9 e 12 anos, encantou o público.  Leituras dramatizadas, músicas do nosso folclore, parlendas e brincadeiras com as palavras,

 foram interpretadas pelo grupo. A coordenação do Paiol é da pedagoga e musicista Francisca Valle e as oficinas de teatro são dos atores Madson José Carvalho e Renata Alves Carvalho.

Nesta quinta-feira (8), às 15h, é a vez do grupo de adolescentes. Eles vão dramatizar a obre “Tristezas de um coração”, de Ariano Suassuna, um jogral sobre Zumbi, realizando brincadeiras com duas adivinhas e músicas de Villa- Lobos, Jaime Ovale e Waldemar Henrique.  

O trabalho do “Paiol de Histórias”

Depois de receber  em 2005 o Prêmio Alma, considerado o mais importante prêmio do mundo em literatura infantil e juvenil, a renomada escritora Lygia Bojunga  resolveu criar a Fundação Cultural Casa Lygia Bojunga. Com ela veio o projeto “Paiol de Histórias”, instalado no sítio da escritora, na Boa Liga, em Pedro do Rio.

Totalizando atendimento a 32 pessoas (crianças e adolescentes), a coordenadora do “Paiol de Histórias” conta que quando se pensou em criar o projeto foi com o objetivo de oferecer acesso aos bens culturais, como livros, literatura e contos. “O ponto de partida é fazer as crianças terem contato com a literatura de autores que foram premiados no mundo”.

Considerando que a boa literatura trata de sentimentos humanos, Francisca Valle acredita que as crianças e jovens tendo este acesso vão formar a cidadania. “A leitura passa por percepções e buscamos desenvolvê-las nos nossos participantes. Estreitamos o convívio social com a natureza. O sítio está dentro da Mata Atlântica e fazemos leituras da natureza. Afinal, a boa literatura trata de sentimentos humanos e isso vai tocar nas vidas desta juventude, tornando-a cidadã do bem”, finalizou a coordenadora.    

Texto: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial
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