Por dentro do Museu Imperial


Acervo do Museu Imperial faz parte de pesquisa para inventário de arte sacra*

*Texto: Assessoria de Imprensa do Museu

O Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), órgão da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, realiza atualmente um mapeamento dos acervos de arte sacra presentes na Região Serrana. Entre as instituições pesquisadas, encontra-se o Museu Imperial, onde a equipe responsável esteve esta semana realizando um levantamento do acervo.

O mapeamento do Inepac irá resultar em um novo volume do Inventário de Arte Sacra Fluminense, publicado em parceria com o Sesc-Rio. Serão lançados o terceiro e o quarto volumes em conjunto, contemplando as regiões Serrana, Centro Sul e Médio Paraíba. O primeiro e o segundo volumes, lançados em 2011, apresentaram acervos das baixadas litorâneas, do Norte e do Noroeste Fluminenses.

“Os inventários são a base de uma política cultural voltada para a proteção das coleções que compõem nosso patrimônio cultural. O recorte da arte sacra visa a combater o problema do tráfico de bens culturais e das intervenções e danos sofridos por estes objetos ao longo dos anos, muitos deles acobertados pelo esquecimento em porões e depósitos”, afirma o responsável pelo projeto, Rafael Fontenelle. “O inventário incentiva o desenvolvimento das pesquisas e nos municia de informações que ajudam na segurança destes bens registrados, além de possibilitar o mapeamento do estado de conservação das coleções de cada região do Rio de Janeiro”.

Ainda segundo Fontenelle, as coleções presentes no Museu Imperial possuem grande relevância para a pesquisa. “O acervo do Museu Imperial tem uma grande importância histórica e artística. Para conhecer a arte colonial da Região Serrana e adjacências, é ponto obrigatório tomar ciência desse precioso acervo, pois o mesmo agrega diversos objetos provenientes das antigas fazendas, monumentos e capelas da região. Além disso, em função de a cidade petropolitana ter abrigado a família real durante vários decênios do século XIX, muitos desses bens têm relevância nacional, enquanto documentos da vida eclesiástica e secular dos tempos do império”, declara.
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