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PEDRO LUÍS LEVA REPERTÓRIO ESPECIAL PARA O FESTIVAL VILLA-LOBOS

Quando a música de um compositor encontra a voz feminina perfeita para ela, parece que algo de especial acontece naquela canção. Com o objetivo de revisitar composições de sua autoria que ganharam vida em vozes femininas, o cantor e compositor Pedro Luís apresentará no 51º Festival Villa-Lobos um repertório composto por músicas que já foram gravadas por cantoras como Elba Ramalho, Maria Rita, Roberta Sá, Adriana Calcanhotto, Fernanda Abreu, entre outras.


“Cresci em uma casa com mulheres e a beleza do canto das minhas irmãs me levou, de alguma maneira, ao desejo de compor para vozes femininas”, conta Pedro. O show – que acontecerá no dia 12 de novembro no SESC Ginástico, com ingressos a R$ 20 – ainda terá duas convidadas especiais: a cantora e atriz Emanuelle Araújo e a jornalista e poeta Bianca Ramoneda vão cantar e recitar, respectivamente, uma música feita por Pedro Luís.

O repertório terá músicas como “Soul”, gravada por Sandra de Sá; “Noite Severina” e “Os Beijos”, por Elba Ramalho; “Mantra” e “A Medida do Meu Coração”, por Maria Rita; “Janeiros” e “Braseiro”, por Roberta Sá; “Mão e Luva”, por Adriana Calcanhotto; “Braços Cruzados”, por Zélia Duncan e “Valeu”, por Preta Gil. Algumas surpresas também entrarão no roteiro: “Bela Fera”, trilha da abertura das séries “As Brasileiras” e “As Cariocas”, da TV Globo e a inclusão de “Caio no Suingue”, uma das músicas-chave da banda Pedro Luís e A Parede, que ganhou uma versão na voz de Ivete Sangalo no último disco do Monobloco, “Arrastão da Alegria”, lançado recentemente pela Som Livre.

Serviço: Pedro Luís no 51º Festival Villa-Lobos
Dia: 12 de novembro, às 19h.
Local: SESC Ginástico (Av. Graça Aranha, 187 – Centro)
Telefone: (21) 2279-4027
Capacidade: 513 lugares
Ingressos: R$ 20,00

Sobre Pedro Luís:
Pedro Luís pisou no mundo artístico no espetáculo “A Farra da Terra”, com a trupe de Asdrúbal Trouxe o Trombone, ainda no começo da década de 80. Daí pra frente, foi punk no grupo Urge na mesma década; criou a sonoridade original da banda Pedro Luís e a Parede, ao lado de Celso Alvim, C.A. Ferrari, Mario Moura e Sidon Silva, nos anos 90. Com os parceiros de Parede, Pedro fundou o Monobloco, um dos maiores blocos de carnaval do país, responsável por encerrar o carnaval do Rio de Janeiro, anualmente, arrastando milhares na Av. Rio Branco. Em 2011, Pedro lançou seu primeiro cd solo, batizado “Tempo de Menino”, indicado ao Prêmio da Música Brasileira. Em 2012, participou do Rock in Rio Lisboa ao lado da cantora portuguesa Carminho. Ao longo de sua carreira, veio ganhando reconhecimento também como compositor, sendo gravado por nomes como Ney Matogrosso, Elba Ramalho, Adriana Calcanhotto e Roberta Sá, entre outros. 

Ainda na música, Pedro dirigiu (em parceria com Bianca Ramoneda) o DVD “Pra Se Ter Alegria” e produziu “Quando o Canto É Reza”, dois trabalhos da cantora Roberta Sá; além de ter rodado o Brasil com o espetáculo “Alô... Alô – Cem Anos de Carmem Miranda”. No teatro, Pedro fez direção musical de “Deus é Química”, de Fernanda Torres, e no cinema dirigiu as trilhas de “O Diabo a Quatro”, de Alice Andrade, e “Praça Saens Pena”, de Vinicius Reis. Sua contribuição continua também em outras áreas como TV e literatura: apresentou, no Canal Brasil, os programas “Destino Brasil Música” e “Na Trilha do Meu Sonho”; fez as trilhas de “As Cariocas” e “As Brasileiras”, a convite de Daniel Filho, para a TV Globo; e escreveu o livro “Logo Parecia Que Assim Sempre Fora”, livremente inspirado no disco “Olho de Peixe”, de Lenine e Marcos Suzano. Pedro Luís foi um dos finalistas na disputa do samba-enredo da Vila Isabel para 2014, ao lado dos parceiros Tunico da Vila, Suzana Pires e Thales Nunes.


Pedro Luís na rede:

Texto: Divulgação - Assessoria de Imprensa


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