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Projeto “Gentilezinha” leva mensagem de cidadania para comunidades carentes do Rio

O espetáculo Gentilezinha e o Mundo Encantado da Cidadania, projeto idealizado pela Agência Trinity e apoiado pela Secretaria Municipal de Cultura - vencedor do prêmio INVEPAR/METRÔ RIO 2017 - está levando para diversas comunidades carentes do Rio de Janeiro apresentações de teatro que têm como objetivo reforçar valores imprescindíveis para a formação da cidadania em jovens e crianças, trabalhando de forma lúdica temas como educação, generosidade, tolerância, honestidade e gentileza.

O protagonista do projeto é o personagem Gentilezinha, um menino impactado pela obra do Profeta Gentileza, que se torna uma espécie de mascote da cidadania e segue transmitindo o legado do andarilho, disseminando mensagens de paz, solidariedade e compaixão. O alvo, desta vez, são as crianças, uma vez que são elas que irão se tornar os cidadãos do futuro, com potencial para construir uma sociedade mais justa e harmoniosa. Assim como sonhava o artista de rua, que dedicou sua vida a espalhar a mensagem de que “gentileza gera gentileza”. O Gentilezinha é, agora, seu sucessor nesta nobre missão.

As apresentações acontecem em locais públicos e escolas públicas de diversos pontos da cidade. Gentilezinha e o Mundo Encantado da Cidadania já passou por Acari, Triagem, Colégio, Pavuna, Engenho da Rainha, Tijuca e São Francisco Xavier e já está programada para se apresentar no Nova América, Centro, Vicente de Carvalho, Coelho Neto, Leblon, Ipanema, Irajá e Tomás Coelho, entre outros pontos a serem definidos. Ao todo serão 21 pontos de apresentações, até o período do Natal.

Ao final de cada apresentação são distribuídas cartilhas para colorir, com ilustrações e mensagens de cidadania para reforçar os conceitos apresentados na peça.

Trecho do projeto em comunidades:


SINOPSE DA PEÇA
O Gentilezinha convida o público a conhecer seu mundo encantado, o Mundo Encantado da Cidadania. Ele apresenta aos espectadores as Terras da Educação, da Generosidade, da Tolerância, da Honestidade e da Gentileza. Cada terra conta uma história sobre o tema em questão e, de forma lúdica e divertida, a plateia é convidada a interagir para reforçar os conceitos apresentados. Na Terra da Educação, a menina Toinha quer aprender as palavras mágicas do famoso Mágico Raimundi, mas ele é tão mal-educado com ela que ela descobre que as verdadeiras palavras mágicas são acessíveis a todos e podem transformar o mundo. A Terra da Generosidade conta a história do menino e da árvore, que para vê-lo feliz sempre oferece seus frutos, galhos, tronco, para atender alguma necessidade do outro. Na Terra da Tolerância, nenhum animal queria brincar com o Elefantinho só porque ele tinha uma tromba gigante. Depois que ele salva a floresta de um incêndio, é aceito pelos outros animais. Mostramos a importância de respeitar as diferenças e ser tolerante. Na Terra da Honestidade, um imperador faz um concurso para escolher a sua noiva, mas faz uma pegadinha com as candidatas para descobrir qual é aquela mais honesta. Por fim, na Terra da Gentileza, crianças da plateia são convidadas para representar personagens que ajudarão na reconstrução do mundo da cidadania.

Segue perfil do idealizador do projeto, Fernando Oliveira:
Fernando Oliveira: meu caminho para a gentileza
Sou publicitário, sempre envolvido com projetos e campanhas, navegando pelas diretrizes de agregar valor às marcas atendidas, sempre com viés promocional e aumento nas vendas. Exposição de marca e bom posicionamento é o que norteava. E sempre fiz isso com muita dedicação. Mas, eu queria mais. Eu queria me envolver, também, com projetos que me tocassem pessoalmente.
Meu envolvimento com o terceiro setor começou promovendo parcerias com empresas para fechar apoios e patrocínios de projetos esportivos, formação de atletas. Era muito gratificante, mas, por não dar tanta visibilidade para os apoiadores, os projetos acabavam não indo para frente. E isso sempre era motivo de frustração, para todas as partes.
Me ocorria, então, o pensamento de como me envolver com as questões sociais que nos cercam e ainda assim conseguir proporcionar experiências positivas de marca para os patrocinadores. Afinal, sou publicitário. Mas acima de tudo, preocupado com o mundo em que vivemos e com vontade de contribuir para mudá-lo.
Assim surgiu o Gentilezinha. Um personagem de fácil assimilação para o público alvo – as crianças – e, ainda assim, com potencial mercadológico para atrair investidores no projeto. Afinal, precisamos de apoio para fazer projetos sociais se sustentarem e alcançarem seus objetivos. Desta forma, ficou mais evidente que o grande 
ganho para as empresas se dá no exercício de sua contrapartida social. Aparecer na TV, jornais e outras mídias, simplesmente pagando pelo espaço, já não traz diferencial para as marcas. Para isso, basta dispor de verba de marketing. Mas utilizando mecanismos de incentivo fiscal, o chamado “projeto incentivado”, onde os recursos são públicos, é criar responsabilidade social. E isso faz a diferença nas relações entre projeto e apoiador. E efetivamente traz ganhos institucionais, prestígio e visibilidade de marca para as empresas que escolhem este caminho.
O projeto Gentilezinha foi criado para tratar de temas como cidadania e educação com nossas crianças. Só cuidando delas podemos almejar um mundo menos caótico e melhor para se viver. Não adianta só “deixar um mundo melhor para os nossos filhos, mas também filhos melhores para o mundo”.  E com uma criação divertida e de fácil assimilação pelas crianças, partimos para a mobilização comunitária.
Como costumo dizer “Responsabilidade Social is the new black”. Que venham novos empresários de comunicação, novas empresas e novos personagens comprometidos em construir um mundo melhor para todos.

 Fonte: Assessoria de Imprensa
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