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Chandra Santos é bacharel em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Atua como redatora, revisora, pauteira, colunista e editora em veículos corporativos e editoriais, impressos e onlines. Possui experiência em comunicação corporativa e assessorias de comunicação e imprensa de diversas empresas produzindo conteúdo para mídias sociais, sites, blogs e material impresso. Também redige releases e faz entrevistas com especialistas em diversas áreas e revisa textos. Abaixo é possível ler algumas matérias escritas ao longo da carreira profissional, que já dura mais de 8 anos.


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  • Museu Casa do Pontal - releases e notícias institucionais para o site
COMECE O ANO NO MUSEU CASA DO PONTAL

Programa Educacional do Museu Casa do Pontal completa 20 anos

Museu Casa do Pontal terá entrada gratuita toda terça-feira

Sexta edição do “BEM ESTAR CULTURAL NO MUSEU DO PONTAL”

Quinta edição do “BEM ESTAR CULTURAL NO MUSEU DO PONTAL” comemora o Natal

Aviso de funcionamento

Quarta edição do “BEM ESTAR CULTURAL NO MUSEU DO PONTAL” comemora o dia das crianças

Terceira edição do “BEM ESTAR CULTURAL NO MUSEU DO PONTAL” ACONTECE NESTE DOMINGO

Museu Casa do Pontal realizará primeira edição do show "Música no Bistrô"

EVENTO “BEM ESTAR CULTURAL NO MUSEU DO PONTAL” ACONTECE NESTE DOMINGO

Museu Casa do Pontal é eleito uma das melhores atrações do Rio de Janeiro no TripExpert Experts Choice Award

Curta metragem do Museu será exibido na VI Semana Fluminense do Patrimônio

Aviso de funcionamento no dia 06/11/16

Pocket-show OTTO NO MUSEU CASA DO PONTAL acontece no próximo dia 24

Aviso de funcionamento no próximo sábado

Museu Casa do Pontal ficará fechado nos próximos dias

Um Viva a São João e Outros Santos Festeiros! SEMINÁRIO + FESTA

Museu Casa do Pontal participa do Passaporte Cultural Rio

Museu Casa do Pontal recebe Certificado de Excelência TripAdvisor 2016

Exposição "Figuras e Brincantes - Arte e Performance na Cultura Popular" é prorrogada

Comemorando 40 anos, Museu Casa do Pontal inaugura exposição itinerante em Duque de Caxias

Exposição temporária "Figuras e Brincantes" foi prorrogada

Museu Casa do Pontal ficará uma semana fechado em decorrência das chuvas

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Inauguração da Exposição Figuras e Brincantes + pocket show do Otto

Maratona Cultural Cidade Olímpica ocorre neste final de semana no Museu Casa do Pontal

Museu Casa do Pontal participa do Projeto Carioquinha

Museu Casa do Pontal recebe certificado de excelência

Exposição 'Caretas de Casa Nova' prorrogada até 28 de junho no Museu do Pontal

Exposição 'Caretas de Casa Nova' fica até dia 31 no Museu Casa do Pontal

Seminário Bumba-meu-Boi do Maranhão de Sotaque da Baixada

Museu Casa do Pontal terá entrada gratuita toda terça-feira

‘OSGEMEOS no Museu do Pontal’: encontro da arte contemporânea com a arte popular

INSTALAÇÃO DE OSGEMEOS NO MUSEU DO PONTAL SERÁ INAUGURADA NO PRÓXIMO DIA 31

  • Dasartes Brasil – resenhas e entrevistas


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Leda Catunda - reportagem
Resenhas - Arruda, Victor - Edição 75

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Resenhas - Lugares do Delírio no Museu de Arte do Rio (MAR) - edição 61

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Garimpo - Tatiana Chalhoub - edição 43

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A Petrobras divulgou no final de abril, em seu site (www.petrobras.com.br/ppc) a lista com os projetos contemplados na seleção pública do Petrobras Cultural 2012 na nova área de Circulação de Exposições, que receberá R$ 4 milhões da verba total de R$ 67 milhões destinada a ser dividida entre 11 áreas. Nesse projeto, a Petrobras priorizou a diversidade de abrangência: pelo menos um Estado das regiões Norte ou Nordeste consta no roteiro das escolhidas. Além disso, Minas Gerais receberá quatro exposições. Pará, Bahia e Pernambuco receberão três projetos cada um. Goiânia terá a visita de dois projetos e Amazonas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí e Mato Grosso do Sul receberão um projeto. Todos acontecem entre julho de 2013 e junho de 2015.

Entre os selecionados está a exposição Amazônia, ciclos de modernidade, que esteve em cartaz ano passado, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB Rio). De acordo com o ranking divulgado pela The Art Newspaper, a mostra aparece em segundo lugar entre as mais visitadas do mundo, com uma média diária de 7.928 visitantes. Ao todo, foram 374.876 visitantes na exposição que atraiu o público carioca e internacional durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, a Rio+20. Agora, ela segue para o Pará e o Amazonas apresentando amplo espectro da cultura local por meio da arte, antropologia, desenhos científicos e arquitetura.

Outro destaque é a exposição Portinari na coleção Castro Maia, que estará em cartaz em Minas Gerais e no Pará. A mostra reúne uma coleção de pinturas, desenhos, gravuras e ilustrações de Candido Portinari pertencente ao Museu Castro Maya. São mais de 160 obras do artista realizadas entre 1938 e 1958.

Já a exposição Múltiplo Leminski apresenta obras deixadas pelo multiartista catalogadas durante anos pela família dele. São músicas, poesias, traduções, filmes, grafites, quadrinhos, entre muitos outros que compõem a mostra contemplando todas as facetas de Leminski. Ela estará em Pernambuco e em Goiás.

Além das mostras citadas também acontecem: Mestres da Gravura – Coleção Fundação Biblioteca Nacional (BA e MG), Angelo Venosa (BA e MG), Mostra Carioca: a impureza como mito (CE e PA), Paulo Werneck Muralista Brasileiro (PE e MG) e Itinerância Exposição nos Caminhos Afro (PB, GO, PI e MS).

Petrobras cultural contempla projetos para exibição nacional - edição 28

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O artista plástico chinês Cai Guo-Qiang (pronuncia-se Tsai Guo Chang), 55 anos, ganhou fama mundial depois de atuar como diretor de efeitos visuais e especiais das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Esta é a primeira vez que suas obras desembarcam em solo tupiniquim para uma série de exposições. Brasília foi a primeira cidade a receber, entre os dias 5 de fevereiro a 31 de março, a mostra nos centros culturais do Banco do Brasil (CCBB) e dos Correios. Entre os dias 20 de abril a 22 de junho é a vez de São Paulo prestigiar o talento do chinês. Já o encerramento da individual itinerante acontece entre 21 de julho e 20 de setembro, no Rio de Janeiro, nas mesmas instituições.

Intitulada Da Vincis do povo, a mostra é a reunião de invenções desenvolvidas em parceria com agricultores e trabalhadores da China Profunda. Em entrevista a um jornal carioca, Cai Guo Qiang revelou que coleciona objetos criados por eles há quase dez anos em virtude da estética do artesanato, que o deixa encantado.

Cai Guo-Qiang vai apresentar nessa exposição instalações de grande porte, desenhos produzidos com pólvora (sua marca registrada), invenções ambiciosas desenvolvidas por camponeses do país asiático, bem como dezenas de aviões, helicópteros e objetos não identificados surrealistas suspensos no teto. Haverá também um tanque de água congelada, onde uma flotilha de submarinos semissubmersos simulará uma navegação em mar glacial. Cerca de 40 pipas de bambu e seda, presas ao chão por hastes, serão animadas com diferentes projeções de vídeo enquanto são avivadas por ventiladores. A curadoria é de Marcello Dantas, um dos mais ativos e respeitados fomentadores de arte contemporânea no Brasil nos últimos anos.

“Cai Guo-Qiang criou uma linguagem própria no cenário da arte contemporânea. Sua prática conseguiu fundir e confundir as fronteiras entre o espetáculo, a escultura e a instalação. Usando técnicas ancestrais e conceitos contemporâneos arrojados, pavimentou a estrada para um novo entendimento do que a arte pode ser e de como se pode construir uma ponte entre os imaginários coletivos do Oriente e do Ocidente, e – por que não? – entre o que é terráqueo e extraterrestre. A face mais conhecida do artista são seus trabalhos com pólvora, uma matéria-prima tão ancestral e simbólica, criando explosões efêmeras ou obras sacralizadas com o fogo. Depois, Cai passou a retrabalhar os ícones de como o modelo econômico e cultural chinês dialoga com outras culturas, explorando conceitos industriais de massa, a tradição da cópia e da releitura de tradições chinesas. Mas sempre dotado de uma mágica e de uma energia sobrenatural que permeiam todos os seus trabalhos”, afirma o curador da mostra Marcello Dantas.

Inaugurada com enorme impacto no Rockbund Art Museum, em Xangai, em 2010, a mostra apresenta um acervo de engenhocas artesanais, feitas a partir de recursos primitivos – como sucata e materiais de uso cotidiano – por inventores amadores da nação mais populosa do planeta, em colaboração com o artista, que, além de ter encomendado parte dos objetos, os incorporou em suas instalações. A versão brasileira será adaptada ao contexto cultural e arquitetônico das três capitais que sediarão a mostra.

“Pode-se dizer que sou um contador de histórias, em que a arte contemporânea é a minha linguagem e os camponeses e suas criações são os protagonistas e tema principal desta narrativa”, analisa o artista, que tem boa parte do trabalho inspirado nas histórias e nas invenções dos “Leonardos Da Vinci” de sua terra natal.

Nessa múltipla atividade de colecionador e autor, Cai Guo-Qiang dialoga com seu fascínio pelo risco, fracasso e experimentação, investigando temas como a criatividade humana, o desejo universal insaciável de criar em busca de modernização e o impacto da natureza, da sociedade e da política na invenção. Cai discute não apenas as contribuições que os camponeses fizeram para o crescimento de seu país, mas também como, por meio do poder criativo de indivíduos autônomos e suas emocionantes trajetórias, é possível vislumbrar a esperança do povo que busca uma sociedade democrática e justa.

Sobre o artista

Cai Guo-Qiang nasceu em 1957 na cidade de Quanzhou, província de Fujian, na China. Formado em cenografia na Academia de Teatro de Xangai, seu trabalho artístico é realizado em diversos tipos de mídia, incluindo desenho, instalação, vídeo e performance. Enquanto viveu no Japão, de 1986 a 1995, o artista explorou as propriedades da pólvora em suas ilustrações, investigação que levou à experimentação com explosivos em grande escala. Tendo um conceito baseado na filosofia oriental e em questões sociais contemporâneas, suas intervenções explosivas visam estabelecer intercâmbio entre os espectadores e o universo que os cercam, em que cada projeto tem abordagem específica relacionada à cultura e história do local onde é realizada. Desde 1995, Cai vive e trabalha em Nova Iorque.

Suas principais premiações incluem o Prêmio de Design Cultural do Japão (1995); o Leão de Ouro, na 48.ª Bienal de Veneza (1999); o Prêmio de Arte de Hiroshima (2007); o Prêmio Asiático de Cultura de Fukuoka (2009); e o prêmio de Melhor Projeto de Arte Urbana da AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte), pela obra Fallen Blossoms (2010). Em 2012, Cai foi agraciado com o Praemium Imperiale, que reconhece os feitos de artistas em categorias não cobertas pelo Prêmio Nobel. Mais recentemente, esteve entre os cinco artistas homenageados com a Medalha de Artes do Departamento de Estado dos EUA, devido à sua grande contribuição para o intercâmbio cultural no mundo.

O trabalho de Cai já integrou inúmeras exposições individuais e coletivas pelo mundo. Mostras individuais recentes incluem Cai Guo-Qiang on the Roof: Transparent Monument, no Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque (2006); a retrospectiva I Want to Believe, no Solomon R. Guggenheim Museum, Nova Iorque (2008), que também passou pelo National Art Museum, em Pequim, na China (2008) e no Guggenheim Bilbao (2009); Cai Guo-Qiang: Hanging Out in the Museum, no Taipei Fine Arts Museum, na China (2010); Cai Guo-Qiang: Peasant da Vincis, no Rockbund Art Museum, em Xangai (2010); Cai Guo-Qiang: Saraab, no Arab Museum of Modern Art, em Doha (2011); Cai Guo-Qiang: Sky Ladder, no Museum of Contemporary Art, em Los Angeles (2012); e A Clan of Boats, no Faurschou Foundation, em Copenhagen (2012).

Em 2005, Cai foi curador do primeiro Pavilhão da China, na 51.ª Bienal de Veneza e, em 2008, exerceu o cargo de Diretor de Efeitos Visuais e Especiais das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. Saiba mais em www.caiguoqiang.com.


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Além de construir o blog, escrevi artigos, entrevistas e resenhas no período de fevereiro de 2011 a outubro de 2013. Para ler acesse o arquivo do blog aqui.




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