Esfregões também possuem rosto



Obra Ready Made exposta em Copacabana aponta 'semelhança' entre vassouras e pessoas


Imagens captadas por Marcos em Dubai
Imagens: Divulgação

Termina no próximo dia 18 a exposição 'Marcos Chaves-Retratos' na Galeria Artur Fidalgo, em Copacabana. A mostra é composta por 25 fotografias de diferentes esfregões (vassouras) de ponta a cabeça, cada um com sua própria característica, como se fossem rostos humanos.

O artista registrou as imagens em um mercado de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A exposição, que se encaixa no conceito de Arte Ready Made, ou Arte já pronta, está em cartaz no espaço de segunda a sexta, das 10h às 19h e aos sábados, das 10h às 14h.

A Galeria Artur Fidalgo fica em Copacabana: Rua: Siqueira Campos 143, ljs 147 / 150, 2º piso.

Texto: Chandra Santos

'Gérard Fromanger-A imaginação no poder'



Exposição no MAM reúne 73 obras do artista francês


Imagens da mesma exposição no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília

Imagens: Divulgação

O Museu de Arte Moderna recebe, até dia 31 de janeiro, a mostra 'Gérard Fromanger-A imaginação no poder', que reúne 73 trabalhos  feitos pelo artista a partir dos anos 60.

Gérard Fromanger faz parte do movimento artístico europeu Nova Figuração. Essa corrente pretendia um novo olhar sobre a Pop Art americana associando pintura e gravura à fotografia e à colagem. A principal característica nas obras de Gérard é o uso de figuras em vermelho e o jogo de linhas como observado nas fotos abaixo.


Obras de Gérard Fromanger
Imagens: Divulgação

A mostra está em cartaz de terça a sexta, de meio-dia às 19h. O ingresso custa R$ 8. Menores de 12 anos não pagam.

O Museu de Arte Moderna Fica no Aterro do Flamengo: Avenida Infante Dom Henrique, nº 85.

Texto: Chandra Santos

'Propagandas de cigarro-como a indústria do fumo enganou as pessoas'


'Propagandas de cigarro-como a indústria do fumo enganou as pessoas'

Exposição na Caixa Cultural mostra história da indústria do tabaco através da publicidade

Artistas famosos  eram  isca para as pessoas consumirem os cigarros

Texto: Chandra Santos

Está em cartaz na Caixa Cultural, até o próximo dia 17, a exposição 'Propagandas de cigarro-como a indústria do fumo enganou as pessoas'. Com entrada franca, a mostra ocorre de terça a sábado, das 10h às 22h e nos domingos e feriados, das 10h às 21h.

A exposição reúne peças publicitárias que tentaram, durante décadas, demonstrar, até mesmo por meio de mentiras, que o cigarro fazia bem a saúde.


Papai  Noel e o uso de crianças nessas propagandas tentavam aproximar o cigarro do público jovem


A partir dos anos 50 descobertas científicas comprovaram que a história é bem diferente. O cigarro, contém uma série de substâncias cancerígenas, entre elas a nicotina, e o hábito de fumar é estritamente prejudicial a saúde.  Entre os malefícios causados pelo tabaco estão: queda de cabelo, rugas, catarata, úlceras e vários tipos de câncer, sendo o de pulmão mais comum. Isso fez com que a lei brasileira proibisse a veiculação dessas propagandas em qualquer tipo de mídia.


Os esportes eram muito utilizados nestas propagandas


A Caixa Cultural fica no Centro: Avenida Almirante Barroso, nº 25.
Imagens: Nova SB

Um dos povos mais desenvolvidos da Antiguidade, por chandra santos

Crédito das imagens: Divulgação

por chandra santos

Com tecnologia inexplicável, os Maias permanecem um mistério
Os Maias eram um povo muito ligado à religião e mais desenvolvido que os europeus da época. Suas cidades possuíam enormes prédios feitos com blocos de granito, pirâmides com templos, aquedutos e quadras de esporte. Os mercadores desenvolveram o comercio e inventarem o sistema monetário: eles usavam grãos de café e conchas como moeda.
Esse povo pré-colombiano possuía um vasto conhecimento: inventou o numero zero; previam eclipses; conheciam as órbitas da Lua, de Marte, de Vênus, do Sol e , através das observações feitas no templo de Kulkulkán, descobriu o formato do planeta e sua condição no sistema solar, o que só seria conhecido na Europa no século XVII. Os médicos Maias realizavam cirurgias e estudavam o poder curativo das plantas. Foram os Maias que inventaram o chocolate (usado em rituais religiosos). Depois de usarem o pergaminho de fícus passaram a esculpir seus hieróglifos, nas línguas Maia e Huasteca, em blocos de pedra que não podiam ser destruídos por traças, insetos ou roedores.

Vivendo em cidades-estado, com escolas para as crianças e bibliotecas, eles possuíam uma sociedade hierarquizada: havia um Halach Unic (presidente) e cada aldeia era chefiada por um Batab (governador). Os militares eram liderados pelo Nacom e os sacerdotes subdivididos em Ahau Kan (Sacerdote supremo); Ahkim (orador); Chilán (adivinho) e Ahmém (feiticeiro). O restante da população era distribuído entre os Ah Chembal Unicoob (artesãos e camponeses) e os Pentacoob (escravos de guerra ou prisioneiros que estavam cumprindo penas).
Por volta do ano 900 a.C., os Maias estabeleceram-se
na península do Yucatán, no sul do México, cultivando milho, cacau e algodão para subsistência.
Há numerosas teorias para o surgimento, a evolução e o desaparecimento desse povo. O historiador americano John Stephens, na primeira metade do século XIX, defendia a tese de que os Maias não conseguiram lutar contra os espanhóis por não conhecerem cavalos, armaduras, lanças e escudos, e também pensarem que o cavalo e o cavaleiro eram apenas um ser (como um sargitário, por exemplo).
Já o historiador brasileiro Gianpaolo Dorigo afirma, em um de seus livros, que a sociedade Maia entrou em colapso muito antes da chegada dos espanhóis a américa. "Pouco se sabe a respeito das causas da decadência Maia. Suas cidades foram abandonadas e, na época da chegada dos espanhóis, não mais existia uma civilização Maia organizada.", disse ele em "História para o ensino médio: História geral e do Brasil", da editora Scipione.
A Enciclopédia Novo Século relata que o esgotamento de terras, a propagação da malária, as revoltas internas e as influências externas foram os motivos para a fuga da população restante em direção a Guatemala, em 830 d.C., resultando na união entre esse povo e os Toltecas.
Os Deuses Maias
Kinich-Ahau - deus do Sol
Ixchel - deusa da Lua e da fertilidade
Os Quatro Chacs - deuses da chuva
Kukulkán - deus dos ventos
Hunab-Ku - deus supremo criador do mundo
As escrituras Maias
Os Maias possuíam registros sobre o passado de um vasto império e sobre catástrofes universais. Porém, o Bispo Diego de Landa ordenou a destruição de tudo.
Restaram quatro livros: o Código Popol Vuh, o Códice de Dresde, o Códice madri e o Códice Paris.
Do Códice de Dresde foi retirada a previsão do fim do mundo em 2012, quando o 6º ciclo do Sol tem início.
O Calendário Maia
A civilização Maia possuia avançados conhecimentos astronômicos e a base para as observações era o templo de Kukulkán.
A construção possui cada uma das faces voltada para um dos quatro pontos cardeais, representando as estações do ano, e nos dias 21 de março e 23 de setembro (dias que possuem a mesma duração da noite) o Sol incide às 17h30 sobre o Templo, projetando nos degraus uma sombra que forma a imagem do deus Kulkulkán.
Os Maias elaboraram dois calendários sendo o solar o mais importante: possui 365 dias divididos entre 18 meses de 20 dias, acrescidos de cinco dias (feriado) considerados ruins pela supertição do povo. E em cada quatro anos haviam 366 dias.
Esse sistema de divisão do tempo é semelhante ao nosso: o ano possui 365 dias e de quatro em quatro anos ocorre o chamado ano bissexto, no qual fevereiro ganha um dia.

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